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Paramilitarismo: obstáculo para a paz

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Timochenko afirmou que a violência põe em xeque a implementação dos acordos de paz em Colômbia.

O comandante das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo [FARC-EP], Rodrigo Londoño, conhecido como Timochenko, expressou através de uma entrevista radiofônica que o paramilitarismo e a violência por parte do Exército colombiano fazem muito dano ao processo de paz.

Londoño chamou a dar um basta à violência como uma maneira de fazer política em Colômbia, pois isto põe em xeque o acordo de paz.

Durante a entrevista, o líder das FARC-EP também fez referência àqueles acontecimentos que no passado recente tanto mal fizeram aos desejos de alcançar a paz em Colômbia; exemplo disso, os assassinatos de líderes sociais, acontecimentos que ao final não representavam nenhuma mudança substancial para a sociedade colombiana.

O chefe do grupo insurgente falou dos dissidentes e esclareceu que de nenhuma maneira atuaram contra eles [a dissidência]. Ademais, sublinhou o fato de haver cumprido com o processo de desarme. “As Nações Unidas têm feito o registro das armas”.

A comissão de conciliação da Câmara de Representantes aprovou na terça-feira passada a Jurisdição Especial para a Paz [JEP], base do acordo de paz que se leva adiante entre o Governo da Colômbia e as FARC-EP.

A JEP se encarregará de definir juridicamente as condutas graves nas quais participaram atores do conflito armado, tudo isto sob as normas do Código Penal Colombiano, do Direito Internacional em matéria de Direitos Humanos [DIDH], do Direito Internacional Humanitário [DIH] e do Direito Penal Internacional [DPI].
 
Tradução: Joaquim Lisboa Neto

Fonte: Resumen Latinoamericano

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