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Solidariedade de Primeira Linha com a greve de fame dos prisioneiros políticos colombianos

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A greve de fame de centos de prisioneiros e prisioneiras políticas colombianas, maioritariamente militantes farianos, reclamando a sua liberdade, constata as limitaçons do processo de negociaçom de paz na Havana.

O Estado colombiano segue sendo a mesma supersestrutura criminal e terrorista ao serviço da oligarquia, submetida aos interesses de Washington. Nada mudou!

Às dúzias de ativistas sociais, militantes de esquerda e sindicalistas assassinados nos últimos meses, há que somar a execuçom de guerrilheiros desmobilizados polo paramilitarismo e os esquadrons da morte vinculados com os aparelhos de Estado.

A recente entrega de boa parte do arsenal da insurgência fariana foi umha decisom precipitada que enfraquece as possibilidades reais de autodefesa perante a ofensiva dos setores mais reacionários do Estado.

Embora a leitura do comunismo revolucionário galego neste momento nom coincide com @s camaradas das FARC na virtualidade e possibilidades de explorar as vias estritamente “políticas” na luita polas transformaçons sociais, económicas e políticas na Pátria de Marulanda, do Mono Jojoy e Alfonso Cano, somos profundamente solidários com a sua luita.

Os profundos e fraternos laços que nos unem com o PCCC e as FARC seguem sendo umha realidade viva entre nós.

Primeira Linha manifesta a sua solidariedade com a greve de fame das presas e presos políticos colombianos que atualmente desenvolvem em mais de 23 cárceces do país, reclamando a sua liberdade e amnistia, em prol do cumprimento dos compromissos adquiridos polo Estado colombiano na Havana.

Exigimos o imediato cessamento das torturas e maus tratos nas prisons colombianas contra @s revolucionários encarcerad@s.
Queremos enviar umha especial saudaçom marxista-leninista ao camarada Jesús Santrich, quem mais umha vez somando-se no exterior à greve de fame monstra com os factos a sua firmeza comunista.
 
Até a vitória sempre!
Venceremos!
Galiza, 1 de julho de 2017

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