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Liberdade para Sonia, Milagros e Simón Trinidad! Declaração final do Fórum de São Paulo (12ª parte)

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Fórum de Sao Paulo
04 Agosto 2017

Solidarizamos com as forças políticas e sociais que são reprimidas e perseguidas pelo governo do Presidente Mauricio Macri.

Solidarizamos com a Paz na Colômbia e denunciamos o conjunto de ações com as quais a ultradireita daquele país pretende boicotá-los; os assassinatos sistemáticos de dezenas de líderes sociais, defensores dos direitos humanos, lutadores pela paz e indultados das FARC, e também seus familiares, por forças paramilitares acobertadas sob o manto protetor do terrorismo de Estado; assim como exigimos o cumprimento total do Acordo de Paz, em especial a liberdade dos presos políticos, que se encontram em greve de fome há vinte e quatro dias, exigindo o cumprimento da lei da anistia. Da mesma forma, respaldamos os diálogos com o Exército de Libertação Nacional (ELN).

Exigimos a liberdade de Simón Trinidad e Sonia, revolucionários colombianos e combatentes das FARC que se mantêm em prisão injusta nos Estados Unidos apesar de que, uma após a outra, tenham sido desmascaradas as falsas acusações que foram em seu contrário.

Exigimos a liberdade de Milagro Sala, Deputada do PARLASUR, dirigente social argentina e prisioneira política por defender os direitos dos setores mais humildes e deixados de lado em seu país.

Regozijamos com a liberdade do lutador pela independência porto-riquenho Óscar López Rivera, recentemente libertado da prisão graças à tenaz campanha internacional a favor de sua liberdade, e sua férrea resistência e sua firmeza a toda prova.

Apoiamos plenamente as mobilizações de trabalhadores do Brasil contra as políticas neoliberais e antipopulares do governo golpista e direitista de Temer; e a Lula, em sua luta pela justiça social e a democracia, que tem desatado a fúria de seus adversários que pretendem inabilitá-lo politicamente.

Solidarizamos com o povo e governo da Nicarágua, país que enfrenta atualmente a ameaça de veto dos Estados Unidos, contrário a seu acesso aos créditos nos organismos financeiros internacionais, como chantagem política exercida pelos setores mais reacionários do Congresso, do Senado e do governo estadounidense, estimulados pela direita americana com a vã ilusão de que, como produto dele, os ditados imperiais serão acatados pelo sandinismo, cujas raízes estão na vitoriosa luta de Augusto C. Sandino contra as tropas interventoras norteamericanas, e que conta com um esmagador respaldo popular, e uma co-relação de forças amplamente favorável em todos os âmbitos da vida política nacional.

Solidariamos com o povo e governo de El Salvador, que conseguiu deter e começar a reverter a crise econômica resultante de duas décadas de governos neoliberais, reduzir a pobreza em 8% e aplicar um exitoso plano de segurança, apesar de ser apresentado a uma multifacetada estratégia desestabilizadora que inclui o bloqueio econômico à gestão governamental, por parte do partido da oligarquia (ARENA) na Assembléia Legislativa, e dos magistrados a seu serviço que controlam a Sala da Constitucional do Tribunal Superior da Justiça.

Nossa América luta de pé, ATÉ A VITÓRIA, SEMPRE! Managua, 19 de julho de 2017.

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