A debandada da direita venezuelana e a derrota estratégica das oligarquias latino-americanas

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Por: Horacio Duque Giraldo

Contundente o golpe da Constituinte comunal bolivariana à ultra direita fascista que saltou feito cacos. Estratégico e demolidor o golpe às oligarquias latino-americanas e a seu patrão imperial.

As cifras eleitorais da eleição dos integrantes da Constituinte comunal bolivariana transtornaram todo o cenário projetado violentamente pela ultra direita, pelo império e pelas oligarquias latino-americanas.

A conjuntura nos mostra como a Assembleia Nacional Constituinte [ANC] avança e impõe o ritmo político na Venezuela mediante a destituição da Promotora Luisa Ortega, promotora da impunidade dos autores da morte de centenas de cidadãos; a criação da Comissão da Verdade e da Justiça; e a primazia de suas decisões frente aos outros poderes constituídos.

A ultra direita venezuelana está em debandada e as criminais elites de México, Colômbia, Peru, Argentina e Brasil, junto à OEA e o governo de Trump, sofreram um golpe estratégico contundente.

O saldo líquido do ressurgimento chavista, com os mais de 8 milhões de votos pela Constituinte comunal bolivariana, é a quebra e a debandada da direita e ultra direita fascista que nos três meses recentes desatou a mais cruel violência contra o povo venezuelano, as instituições democráticas e os direitos fundamentais da cidadania.

A direita depauperada calculou mal e se jogou com uma estratégia de morte para dar o golpe de misericórdia ao socialismo revolucionário, porém o que encontrou foi sua hecatombe fatal.

Se apresentaram com a aposta de tudo ou nada/agora ou nunca, e hoje estão numa briga intestina pensando em como avançar e não acabar pior que ao desdobrar a arruaça que completa mais de três meses.

Se passou o que lhes costuma passar: se equivocaram em suas análises.

Superestimaram a força própria, subestimaram ao chavismo, leram de maneira errada o estado de ânimo das massas, calcularam mal as coordenadas do campo de batalha.

O resultado é que hoje as diversas facções dessa ressaca política sobrepuja por espaços nas eleições regionais de dezembro.

As castas latino-americanas escolheram uma reunião não vinculante em Lima para repetir a mesma cantilena de Almagro na OEA, quem segue seu trabalho como peão do Império.

A Constituinte os tem em pânico.

Tradução: Joaquim Lisboa Neto

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